Artigo em periódico · 2022
A Formação do Professor de Artes Visuais e as "Competências" Legais
Ana Marcia Akaui Moreira
Resumo
Esse artigo - fragmento da pesquisa de doutoramento – objetiva entender a ideia de “competências” presente na atual Resolução CNE/CP No2 de 2019, com relação à formação de professores de Artes Visuais, refletindo sobre a distância que existe entre o apreender e o desenvolver-se no campo das Artes. Acreditando numa formação de professores críticos/reflexivos e com autonomia intelectual e profissional (FREIRE, 1996), me posiciono diante dos fundamentos da Base Nacional Comum da Formação do Professor (BNC – Formação) atrelada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) indicando uma formação cuja ênfase na ideia de “competências” (o que é observado também em documentos orientadores da área econômica para os países em desenvolvimento) certamente, reflete valores da sociedade vigente e traz consequências para os sujeitos que estão sendo formados - em contraposição ao desenvolvimento e ao aprofundamento dos conhecimentos do mundo e das coisas do mundo, por meio do pleno exercício criativo que acreditamos ser uma das finalidades do campo das Artes como direito
Metadados
- DOI
- 10.47764/e22031009
- Veículo
- Revista Internacional Educon
- ISSN
- 2675-6722
- Ano
- 2022
- Idioma
- pt
- Tipo
- Artigo em periódico
- Licença
- https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
- Texto completo
- https://doi.org/10.47764/e22031009
- Palavras-chave
- Formação de Professores de Artes Visuais · Competências · Arte como Direito
- Fonte do metadado
- oai, crossref
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BibTeX
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TY - JOUR AU - Ana Marcia Akaui Moreira TI - A Formação do Professor de Artes Visuais e as "Competências" Legais PY - 2022 JO - Revista Internacional Educon DO - 10.47764/e22031009 UR - https://doi.org/10.47764/e22031009 AB - Esse artigo - fragmento da pesquisa de doutoramento – objetiva entender a ideia de “competências” presente na atual Resolução CNE/CP No2 de 2019, com relação à formação de professores de Artes Visuais, refletindo sobre a distância que existe entre o apreender e o desenvolver-se no campo das Artes. Acreditando numa formação de professores críticos/reflexivos e com autonomia intelectual e profissional (FREIRE, 1996), me posiciono diante dos fundamentos da Base Nacional Comum da Formação do Professor (BNC – Formação) atrelada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) indicando uma formação cuja ênfase na ideia de “competências” (o que é observado também em documentos orientadores da área econômica para os países em desenvolvimento) certamente, reflete valores da sociedade vigente e traz consequências para os sujeitos que estão sendo formados - em contraposição ao desenvolvimento e ao aprofundamento dos conhecimentos do mundo e das coisas do mundo, por meio do pleno exercício criativo que acreditamos ser uma das finalidades do campo das Artes como direito ER -

