Artigo em periódico · 2023
O Ser Humano É uma Aventura: Por uma Antropopedagogia Contemporânea
Resumo
Como pensar uma pedagogia contemporânea, para além do debate entre pedagogias “tradicionais” e “novas”? Uma pedagogia que nos permite enfrentar os desafios do século XXI – ecológicos, tecnológicos, demográficos, e este desafio constituído pelo atual regresso de velhas formas de barbárie e pela emergência da ciberbarbárie. Historicamente, nunca o indivíduo foi tão livre e nunca o sujeito foi tão abandonado. Numa sociedade contemporânea que legitimou o desejo e multiplicou as redes de comunicação, como repensar essa relação dialética entre Desejo e Norma que está no centro de todos os discursos pedagógicos que herdamos, clássicos ou novos? Precisamos hoje de uma nova Utopia antropológica para escapar à lógica da competição generalizada que devora as nossas sociedades, incluindo as escolas, e recolocar o ser humano no centro da reflexão e das práticas pedagógicas. Não o ser humano como “natureza humana”, mas o ser humano como Aventura.
Metadados
- DOI
- 10.47764/e23041001
- Veículo
- Revista Internacional Educon
- ISSN
- 2675-6722
- Ano
- 2023
- Idioma
- pt
- Tipo
- Artigo em periódico
- Licença
- https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
- Texto completo
- https://doi.org/10.47764/e23041001
- Palavras-chave
- Antropopedagogia · Educação Nova · Ser Humano
- Fonte do metadado
- oai, crossref
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BibTeX
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TY - JOUR AU - Bernard Charlot TI - O Ser Humano É uma Aventura: Por uma Antropopedagogia Contemporânea PY - 2023 JO - Revista Internacional Educon DO - 10.47764/e23041001 UR - https://doi.org/10.47764/e23041001 AB - Como pensar uma pedagogia contemporânea, para além do debate entre pedagogias “tradicionais” e “novas”? Uma pedagogia que nos permite enfrentar os desafios do século XXI – ecológicos, tecnológicos, demográficos, e este desafio constituído pelo atual regresso de velhas formas de barbárie e pela emergência da ciberbarbárie. Historicamente, nunca o indivíduo foi tão livre e nunca o sujeito foi tão abandonado. Numa sociedade contemporânea que legitimou o desejo e multiplicou as redes de comunicação, como repensar essa relação dialética entre Desejo e Norma que está no centro de todos os discursos pedagógicos que herdamos, clássicos ou novos? Precisamos hoje de uma nova Utopia antropológica para escapar à lógica da competição generalizada que devora as nossas sociedades, incluindo as escolas, e recolocar o ser humano no centro da reflexão e das práticas pedagógicas. Não o ser humano como “natureza humana”, mas o ser humano como Aventura. ER -

